A doce vingança (prematura) do Bayern de Munique

O belo gol do croata Ivica Olic na tarde de hoje foi uma doce vingança para o Bayern de Munique. Onze anos depois de sofrer a derrota mais dolorida da história da Champions League, o time alemão bateu o Manchester United nos descontos e segue com chances de avançar para as semifinais.

O time de Louis van Gaal teve atuação arrasadora no segundo tempo. Sem Schweinsteiger e Robben, jogou na base do coração, empurrado pela torcida e só parou nas mãos de Edwin van der Sar, que fez pelo menos três grandes defesas.

O trunfo do Bayern foi a empáfia do Manchester. Antes do jogo, Alex Ferguson disse que sua equipe havia chegado ao auge, mas o que ficou claro na Allianz Arena foi a dependência que o time tem de Wayne Rooney.

Ferguson fechou o meio e deixou o atacante isolado na frente. Com a pressão magnífica do Bayern, o meio dos Red Devils sucumbiu e a virada ficou óbvia.

A alegria alemã, entretanto, pode ser passageira. A defesa do Bayern (fora Lahm) é muito ruim e o time precisará da parceria Robben-Ribery para ter sucesso em Old Trafford, ainda mais tendo sofrido um gol em casa. Como a vitória por 1 a 0 é suficiente, o Manchester segue favorito, mas a presença de Rooney, que saiu machucado hoje, é essencial. Se o “Shrek” ficar fora do jogo de volta, a vingança bávara poderá se completar com mais facilidade.

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30 anos, jornalista. Gostaria de viver em um mundo em que as SUVs não existissem, especialmente as brancas.
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Um palpite

  1. Nós viraremos o jogo. De novo. United na final.

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