É cedo para dizer se algo relevante mudou na Seleção de Mano Menezes.
Mas é fato que as partidas contra a Dinamarca e EUA serviram para colocar uma pulga otimista atrás da nossa orelha.
Três pontos saltaram aos olhos:
1. Como se espera de uma seleção muito jovem, os jogadores mostraram grande amadurecimento num curto período de tempo. Neymar, Marcelo e Oscar, por exemplo, são hoje jogadores muito mais prontos do que há um ano.
2. O esquema tático não só está em linha com o futebol mais moderno que se pratica na Europa como está em linha com as características dos jogadores escalados – o que é um casamento imprescindível.
3. Nos mais variados esportes existe o tal do “turning point”, aquele momento da virada de uma equipe ou atleta. Às vezes um time insosso muda de cara com uma leve pitada de sal, e assim se torna subitamente mais forte e inicia uma arrancada. Não dá para descartar que essa excursão, com as novidades de Oscar, Hulk e da marcação por pressão, seja esse turning point.
Seguindo a melhor cartilha tucana, pode não ser nada, mas pode ser tudo.
Então a gente não solta fogos, mas acompanha com bem mais atenção e otimismo o que vem pela frente – a começar por México e Argentina.
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Concordo. Apenas acho que ainda falta a essa Seleção um pouco mais de vibração – ou como se diz, “coração”. Claro, são amistosos, mas enxergo uma falta de “pegada” nesse time. Não é uma seleção que prevalece na técnica e nem na vontade, e isso me incomoda, ainda.
Abs
@HugoBecker_