Que Celso Roth devemos encarar a partir de agora?
Aquele que ainda nos inspira desconfiança, fruto de campanhas duvidosas à frente de times como Santos e Palmeiras?
Ou um técnico que, apesar de já experiente, engrossa as fileiras dos treinadores competentes e vencedores, capazes de conduzir grandes clubes a grandes e históricas conquistas?
Sejamos justos, o cara tem feito bonito. Ano retrasado, levou um desacreditado Grêmio ao vice-campeonato do Brasileirão e a uma vaga na Libertadores. Em 2009, viveu um belo momento à frente do Atlético-MG, embora no final a campanha tenha feito água.
No geral, prefiro ficar com a segunda opção. Roth calou a boca de meio mundo, gente que zombou de sua chegada ao Internacional – considerando de antemão o Colorado como carta fora do baralho na disputa pelo título da Libertadores.
Mas o ex-bigodinho foi, viu e venceu. É campeão da Libertadores. Vanderlei Luxemburgo, só para citar um que já foi muito incensado pela mídia, não tem.
Aliás, Celso Roth pode ser campeão mundial. Um “upgrade” e tanto, como diriam os “gestores de carreira”.
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Quem diria… Celso Roth tem mais libertadores que o corinthians!