
Oito atletas de badminton foram acusadas de falta de esportividade nas Olimpíadas de Londres: Wang Xiaoli e Yu Yang, da China; Greysia Polii e Meiliana Jauhari, da Indonésia; Jung Kyung-eun, Kim Ha-na, Ha Jung-eun e Kim Min Jung, da Coréia do Sul. Todas estão excluídas da competição. A conclusão da Federação Mundial de Badminton: elas jogaram para perder na busca por adversárias mais fracas nas fases seguintes e não mereciam continuar porque mancharam o esporte.
Um ciclista britânico, Philip Hindes, admitiu uma queda proposital na prova de sprint depois de um início ruim. Desta forma o atleta conseguiu um reinício, como manda o regulamento, e sua equipe levou a medalha de ouro. A conclusão da União Ciclística Internacional: como os adversários não foram impedidos de competir, a medalha está mantida e Philip não sofreu nenhuma punição.
A esgrimista Shin Lam, da Coreia do Sul, foi absurdamente prejudicada na derrota para a alemã Britta Heidemann. Por causa de um erro grotesco, o cronômetro não foi zerado. Tivesse o relógio andado normalmente, Shin Lam teria vencido a semifinal. Ela chorou demais, num dos momentos mais tristes e marcantes das Olimpíadas. A conclusão da Federação Internacional de Esgrima: que a responsabilidade para determinar quanto tempo falta para o fim do combate é do árbitro e que não se pode mudar uma decisão a esse respeito, ainda que o cronômetro tenha falhado de maneira evidente.
A minha conclusão está no título do post, mas posso acrescentar algo, com uma pergunta bastante comum aqui em Fortaleza: que putaria é essa?
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Perfeito!
Situações que estão aí para serem avaliadas.
Vide a Fifa e o chip na bola, finalmente.